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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

SOBRENOMES SEFARDITAS (JUDEUS DE PORTUGAL, ESPANHA) na AMÉRICA DO SUL

Então o levou para fora, e disse: Olha agora para o céu, e conta as estrelas, se as podes contar; e acrescentou-lhe: Assim será a tua descendência.  Gn 15:5

      Os judeus Sefarditas (do hebraico Sefardim, no singular Sefardi) são todos provenientes da Península Ibérica, por muitos séculos foram perseguidos durante o período da Inquisição Católica. E por este motivo, fugiram para países como Holanda e Reino Unido; além dos países do Norte da África e da América como: Brasil, Argentina, México e EUA; e desse modo, tiveram que seguir suas tradições secretamente ou até mesmo abrir mãos das Tradições do Judaísmo, tudo em busca da sobrevivência. Sendo que alguns ainda tiveram que se converter forçadamente ao Cristianismo Católico.

           A partir da Inquisição espanhola de 1478 até 1834,  judeus  foram julgados por possíveis atos contra os preceitos da Igreja. Assim judeus foram expulsos da Espanha no ano de 1492. 
(Édito de expulsão dos judeus da Espanha, pelos reis católicos, Fernando de Aragão e Isabel de Castela)

           Perseguidos e desamparados, os judeus espanhóis tiveram que se refugiar em Portugal. Estando lá, foram feitos escravos, embora conquistassem a liberdade em 1495, beneficiados com a Lei promulgada por D. Manoel ao subir ao trono. Mas em 1496, assinou um acordo que expulsaria todos os Judeus Sefarditas (ou Marranos) que não se sujeitassem ao batismo Católico. Sendo que no ano seguinte, as crianças judias de até 14 anos foram obrigadas a se batizarem e em seguida adotadas por famílias católicas.


            Com a descoberta das terras brasileiras em 1500, pela a esquadra de Cabral, a sorte de muitos judeus mudaria. Pois em 1503, o judeu Fernando de Noronha com uma considerável lista de judeus, apresenta o projeto de colonização a D. Manoel. 


         A solução para estes Judeus sefarditas ou marranos, foram a de aderirem ao movimento de colonização do Brasil, quando em 1516, D. Manoel distribui ferramentas gratuitamente a quem quisesse tentar a vida na Colônia.


            Em 1524, D. João III confirma a Lei de D. Manoel (de 1507), que consolida a lei de direitos iguais aos convertidos à força. No ano de 1531, Martin Afonso de Souza, recebe de D. João III a autorização de colonizar o Brasil sistematicamente. Em 1533, o mesmo funda o primeiro engenho no Brasil.


    Durante um bom tempo, os judeus passaram por inúmeras revira-voltas quanto a benefícios. Porém, os mesmos gozaram de plena liberdade religiosa durante o domínio holandês de 1637 a 1644 (na gestão de Maurício de Nassau), quando fundaram a primeira sinagoga no Brasil, a Zur Israel. Mas, com a retomada portuguesa em 1654, os Judeus foram de fato expulsos e alguns migraram para outros países.


       No período de 1770 a 1824, os judeus passam por mais uma fase de aceitação; sendo que em 25 de maio de 1773, é estabelecida a abolição dos termos Cristãos Novos (Judeus) e Cristãos Velhos (Católicos), passando todos a terem os mesmos benefícios e sem distinções.


         A partir de 1824 os judeus Sefarditas ou Marranos, passam por um período de “assimilação profunda”, isto é, inicia-se uma fase parcial esquecimento de suas tradições, devido a séculos de repressão e pelo contato direto e extensivo com uma cultura etnocêntrica, que mesmo os aceitando perante as leis, tratavam-nos com desprezo e repressão. A solução mesmo, partiu do pressuposto do esquecimento e sectarismo, o que permitiu com que várias gerações crescessem sem ter uma real noção de suas legitimas raízes.


        Desse modo, estima-se que no Brasil, vivam cerca de um décimo (1/10) ou até mesmo 35 milhões de judeus Sefarditas, entre eles os Judeus Asquenazitas (provenientes da Europa Central e Oriental).


      Sobrenomes Sefarditas habitantes da Península Ibérica, e no  continente Americano, a exemplo do Brasil. Sobrenomes Judaico-Sefarditas oriundos das regiões portuguesas de Alentejo, Beira-Baixa e Trás-os-Montes.

A – Abreu; Abrunhosa; Affonseca; Affonso; Aguiar; Ayres; Alam; Alberto; Albuquerque; Alfaro; Almeida; Alonso; Alvade; Alvarado; Alvarenga; Álvares/Alvarez; Alvelos; Alveres;Alves; Alvim; Alvorada; Alvres; Amado; Amaral; Andrada; Andrade; Anta; Antonio; Antunes; Araújo; Arrabaca; Arroyo; Arroja; Aspalhão; Assumção; Athayde; Ávila; Avis; Azeda; Azeitado; Azeredo; Azevedo; B – Bacelar; Balão; Balboa; Balieyro; Baltiero; Bandes; Baptista; Barata; Barbalha; Barboza/Barbosa; Bareda; Barrajas; Barreira; Baretta; Baretto; Barros; Bastos; Bautista; Beirão; Belinque; Belmonte; Bello; Bentes; Bernal; Bernardes; Bezzera; Bicudo; Bispo; Bivar; Boccoro; Boned; Bonsucesso; Borges; Borralho; Botelho; Bragança; Brandão; Bravo; Brites; Brito; Brum; Bueno; Bulhão; C –Cabaço; Cabral; Cabreira; Cáceres; Caetano; Calassa; Caldas; Caldeira; Caldeyrão; Callado; Camacho; Câmara; Camejo; Caminha; Campo; Campos; Candeas; Capote; Cárceres; Cardozo/Cardoso; Carlos; Carneiro; Carranca; Carnide; Carreira; Carrilho; Carrollo; Carvalho; Casado; Casqueiro; Casseres; Castenheda; Castanho; Castelo;Castelo Branco; Castelhano; Castilho; Castro; Cazado; Cazales; Ceya; Céspedes; Chacla; Chacon; Chaves; Chito; Cid; Cobilhos; Coche; Coelho; Collaco; Contreiras; Cordeiro; Corgenaga; Coronel; Correa; Cortez; Corujo; Costa; Coutinho; Couto; Covilha; Crasto; Cruz; Cunha; D – Damas; Daniel; Datto; Delgado; Devet; Diamante; Dias; Diniz; Dionísio; Dique; Doria; Dorta; Dourado; Drago; Duarte; Duraes; E – Eliate; Escobar; Espadilha; Espinhosa; Espinoza; Esteves; Évora; F – Faísca; Falcão; Faria; Farinha; Faro; Farto; Fatexa; Febos; Feijão; Feijó; Fernandes; Ferrão; FerrazFerreira; Ferro; Fialho; Fidalgo; Figueira; Figueiredo; Figueiro; Figueiroa; Flores; Fogaca; Fonseca; Fontes; Forro; Fraga;Fragozo; Franca; Francês; Francisco; FrancoFreireFreitas; Froes/Frois; Furtado; G – Gabriel; Gago; Galante; Galego; Galeno; Gallo; Galvão; Gama; Gamboa; Gancoso; Ganso;Garcia; Gasto; Gavilao; GilGodinho; Godins; Góes; Gomes; Gonçalves; Gouvêa; Gracia; Gradis; Gramacho; Guadalupe; Guedes; Gueybara; Gueiros; Guerra; Guerreiro; Gusmão; Guterres; H – Henriques; Homem; I – Idanha; Iscol; Isidro; J – Jordão; Jorge; Jubim; Julião; L – Lafaia; Lago; Laguna; Lamy; Lara; Lassa; Leal; Leão; Ledesma; Leitão; Leite; Lemos; Lima; Liz; Lobo; Lopes; Loução; Loureiro; Lourenço; Louzada; Lucena; Luiz; Luna; Luzarte; M – Macedo; Machado; Machuca; Madeira; Madureira; Magalhães; Maia; Maioral; Maj; Maldonado; Malheiro; Manem; Manganês; Manhanas; Manoel; Manzona; Marca; Marques; Martins; Mascarenhas; Mattos; Matoso; Medalha; Medeiros; Medina; Melão; Mello; Mendanha; Mendes; Mendonça; Menezes; Mesquita; Mezas; Milão; Miles; Miranda; Moeda; Mogadouro; Mogo; Molina; Monforte; Monguinho; Moniz; Monsanto; Montearroyo; Monteiro; Montes; Montezinhos; Moraes; Morales; Morão; Morato; Moreas; Moreira; Moreno; Motta; Moura; Mouzinho; Munhoz; N- Nabo;Nagera; Navarro; Negrão;Neves; Nicolao; Nobre;Nogueira; Noronha; Novaes; Nunes; O –Oliva; Olivares; Oliveira; Oróbio; 
– Pacham/Pachão/Paixão; Pacheco; Paes; Paiva; Palancho; Palhano; Pantoja; Pardo; Paredes; Parra; Páscoa; PassosPaz; Pedrozo; Pegado; Peinado; Penalvo; Penha; Penso; Penteado; Peralta; Perdigão; Pereira; Peres; Pessoa; Pestana; Picanço; Pilar; Pimentel; Pina; Pineda; Pinhão; Pinheiro; Pinto; Pires; Pisco; Pissarro; Piteyra; Pizarro; Pombeiro; Ponte; Porto; Pouzado; Prado; Preto; Proença; Q – Quadros; Quaresma;Queiroz; Quental; R –Rabelo; Rabocha; Raphael; Ramalho; RamiresRamos; Rangel; Raposo; Rasquete; Rebello; Rego; Reis; Rezende; Ribeiro; Rios; Robles; Rocha;Rodriguez; Roldão; Romão; Romeiro; Rosário; Rosa; Rosas; Rozado; Ruivo; Ruiz; S – Sá; Salvador; Samora; Sampaio; Samuda; Sanches; Sandoval; Santarém; SantiagoSantos; Saraiva; Sarilho; Saro; Sarzedas; Seixas; Sena; Semedo; Sequeira; Seralvo; Serpa; Serqueira; Serra; Serrano; Serrão; Serveira; Silva; Silveira; Simão; SimõesSoares; Siqueira; Sodenha; Sodré; Soeyro; Sueyro; Soeiro; Sola; Solis; Sondo; Soutto; SouzaT – Tagarro; Tareu; Tavares; Taveira; Teixeira; Telles; Thomas; Toloza; Torres; Torrones; Tota; Tourinho; Tovar; Trigillos; Trigueiros; TrindadeU –Uchoa; V – Valladolid; Vale; Valle; Valença; Valente; Vareda; Vargas; Vasconcellos; Vasques; Vaz; Veiga; Veyga; Velasco; Vélez; Vellez; Velho; Veloso; Vergueiro; Viana; Vicente; Viegas; Vieyra; Viera; Vigo; Vilhalva; Vilhegas; Vilhena; Villa; Villalao; Villa-Lobos; Villanova; Villar; Villa Real; Villella; Vilela; Vizeu; X – Xavier; Ximinez; Z – Zuriaga.

AGRADECIMENTOS

Ângela Fernandes
Professora Doutora Universidade de Lisboa.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS DESCENDENTES DE JUDEUS DA INQUISIÇÃO. Cronologia histórica da etnia judaica Ibero-Brasileira. Disponível em:. Acesso realizado em: 19 abr. 2009. 

WIKIPÉDIA. Sefardita. Acesso realizado em: 18 abr. 2009.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

O ETERNO


Há ALGO que existe antes do céu e da Terra,
Penetra tudo e jamais se esgota,
Só um nome não descreverá todo o esplendor da sua glória;
Nem a extensão da sua existência...
O homem segue as leis da Terra,
A Terra segue as leis do céu,
O céu segue as leis Daquele que as criou.
O ETERNO segue as leis da sua própria natureza,
Ele é a Alma do universo,
O Senhor de todas as partículas universais.

W.X.

Do livro #GotasReflexivas

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

VALE DA DECISÃO





*Multidões, multidões no vale da decisão! Porque o dia do Senhor está perto, no vale da decisão! (Joel 3.14)*


        Vale da decisão é um vale próximo de Jerusalém, também conhecido como vale de Vale de Jeosafá que significa "o vale onde Deus julgará" ou ainda Vale de Cédron. Lá temos o ribeiro de Cédron, um fluxo continuo de correntes de águas abundantes por ocasião das enchentes nos meses de inverno.

        Este lugar é para onde peregrinos rumavam decididos a lançar fora objetos diversos, alguns muito valiosos, objetos da tradição religiosa familiar que os ligava a um passado de idolatria. Assim atravessar o Cédrom significava se despojar de coisas que atrapalhavam o relacionamento com Deus.

        Passar pelo Vale de Cedrom é sinônimo de purificação e quebrantamento. É lá que os ídolos estranhos ao povo de Israel eram quebrados. Mas o Vale de Cédron também é o vale do avivamento e da mudança de vida.

“E os sacerdotes entraram na casa do SENHOR, para a purificar, e tiraram para fora, ao pátio da casa do SENHOR, toda a imundície que acharam no templo do SENHOR; e os levitas a tomaram, para a levarem para fora, ao ribeiro de Cédrom”. II Crônicas 29:16

        De tempos em tempos precisamos fazer uma autoavaliação e lançarmos fora tudo o que nos torna superficiais diante de Deus. Lançar fora a capa do conformismo com os padrões mundanos que distorcem os princípios divinos e tornam a sociedade um verdadeiro lixão moral. Tempo de tomar posição e fazer valer a nossa convicção de cristãos que não esperam de braços cruzados a hora chegar, mas que fazem acontecer.

W.X.

Do livro #ReflexõesPeregrinas

sábado, 18 de novembro de 2017

Gota de Orvalho



Numa gota de orvalho,
Num cantinho do jardim...
Vejo a luz do sol brilhando,
Reluzindo para mim...

Todo tracinho de vida,
É carente desse sol
Como nós no mar da vida,
Precisamos de um farol,

Onde os meus olhos enxergam;
No infinito desse céu,
Há um brilho me chamando,
De repente cai o véu;
Amanheceu e eu já vi,
No horizonte a luz de Deus brilhando pra mim...

W.X.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

*Frases Impressionantes de Cientistas Sobre Deus e a Fé.*



*Ciência e fé são incompatíveis?*

*Estes renomados cientistas dizem que não.*

*“Um pouco de filosofia inclina a mente humana para o ateísmo, mas o aprofundamento na filosofia reaproxima a mente humana da religião”.* Francis Bacon (1561-1626), fundador do método científico moderno.

*“As investigações científicas revelam novas maneiras com as quais Deus trabalha e nos trazem revelações mais profundas do totalmente desconhecido”.* Maria Mitchell (1818-1889), primeira astrônoma norte-americana e primeira mulher a ser nomeada para a Academia Americana de Artes e Ciências.

*“Quanto mais eu estudo a natureza, mais me maravilho com a obra do Criador.”* Louis Pasteur (1822-1895), um dos fundadores da microbiologia, criador da pasteurização.

*“Estou procurando mostrar que não há incompatibilidade entre a verdade científica e a revelação: são duas coisas que tratam de espaços diferentes. Uma trata da realidade da vida, a outra trata do transcendental.”* Carlos Chagas Filho (1910-2000), presidente da Academia Brasileira de Ciências (1965-1967) e da Pontifícia Academia de Ciências (1972-1989).

*“Eu sei que o conceito de Deus me ajudou a lidar com muitas questões na vida, me guiou em situações críticas e o vejo confirmado em muitas ideias profundas sobre a beleza do funcionamento do mundo”.* Werner Arber (1929-), Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1978 e presidente da Pontifícia Academia de Ciências.

*“Não vejo nenhuma contradição entre ciência e fé: pertencem a duas esferas diferentes. Nós, cientistas, seríamos muito ambiciosos e arrogantes se imaginássemos que podemos explicar a origem do mundo”.* Fabiola Gianotti (1960-), diretora-geral do CERN – Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear.

*Deus é a lei e o legislador do Universo.* Albert Einstein

Por Wanderlei Xavier



quarta-feira, 15 de novembro de 2017

FRAGMENTOS



Quando nada sobrou dos castelos em que o teu sonho repousou,

De repente tudo mudou...

Não dá pra segurar a dor...

A alma só quer gritar,

A voz não sai, só o silencio restou...

Talvez  ninguém vai lhe procurar,

Na janela só o vento a soprar,

Lá fora folhas caem tremulando ao luar...

É difícil eu sei, mas muito mais sabe Deus,

Tá sangrando e parece que tudo terminou...

Se agarre na fé que levanta os caídos,

E faz reviver os corações feridos,

Onde não se espera uma luz vai brilhar...

Quem sabe é hoje...

Abra a janela e deixa a esperança tua alma penetrar... 

w.x.
Do livro REFLEXÕES PEREGRINAS

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

NADA & TUDO







"Por que existe ALGO no lugar do NADA?"
Filósofo Clóvis de Barros Filho - USP

        O que existia antes de NADA existir? Uns dirão, ora bolas, simplesmente NADA. Outros, o NADA, o VAZIO, o VÁCUO não existem. Outros ainda...Deus sempre existiu!
        Peraí, de onde veio a matéria que constituiu Deus? Ou de onde Deus tirou a matéria para gerar o universo? A mais primitiva partícula de energia subatômica veio de onde? Os religiosos convictamente dirão: Deus é a causa de TUDO! Ponto. Outros dirão:  quando e  como surgiu Deus?
       Diz o axioma: todo EFEITO tem uma CAUSA. O princípio da causalidade explica a origem dos EFEITOS, mas no caso da origem da vida tem mais outra pergunta: o que inspirou a CAUSA a gerar infinitos e sincronizados EFEITOS?
       Ciclos se repetem desde o macro ao micro universo invisível que nos rodeia. O fogo que move a roda da vida não cessa e continuamente lança na Terra suas inumeráveis mônadas peregrinas. Tudo é energia, frequência, movimento, cujas origens se perdem na aurora do  tempo.


Do livro REFLEXÕES PEREGRINAS
 
W.X.




CONHECIMENTO & DÚVIDA




       O conhecimento é fruto de informações recebidas e experiências vividas. Dados errados nos farão chegar a conclusões erradas e por consequência a alvos errados.
       Tendo em mente que somos escravos (servos) daquilo em que cremos, precisamos tomar muito cuidado antes de abraçarmos certas convicções. A dúvida é a antessala do conhecimento. A omissão diante da dúvida não nos levará a lugar algum.
       A necessidade é a mãe das invenções. A falta de iniciativa é a mãe da inércia.  Aquele que quer saber a VERDADE, deve examinar tudo e de tudo reter o que é bom e útil.  Sabendo que a convicção só será alcançada pela sua própria experiência.
       E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte. Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa. (Tiago 1: 5-7)

 Do livro "REFLEXÕES PEREGRINAS"


W.X.